Alguns destes mitos merecem ser desmistificados, já que muita gente ao pensar que são verdade toma-os como obrigações. E se soubermos que são apenas mitos, podemos optar por querer segui-los, mas não por obrigação.

  • Os padrinhos de casamento têm de ser os mesmo do batismo

É óbvio que vocês podem optar por escolher para padrinhos de casamento os mesmos do vosso batismo, mas não é de todo obrigatório.

  • A noiva tem de ir de branco

A tradição da noiva vestir-se de branco no dia do seu casamento, provém da representação de pureza da mesma. A noiva deveria casar virgem e a cor branca seria o símbolo dessa pureza. Hoje em dia a tradição mantém-se, mas mais por ser uma tradição, não pelo verdadeiro significado de se vestir de branco.

  • Têm de convidar as pessoas que vos convidaram para os seus casamentos

É normal sentirem esta obrigação, mas fiquem sabendo que não é nenhuma obrigação, convidem quem querem que passe convosco este dia tão importante, não convidem ninguém por obrigação.

  • Contratar um/a wedding planner sai muito caro

É certo que é mais um gasto o valor que vão ter de pagar ao/à wedding planner, mas pode compensar, porque estes profissionais têm mais conhecimentos sobre os fornecedores, podem encontrar serviços mais baratos, sabem negociar e podem conseguir descontos.

  • Podem poupar muito se fizerem vocês tudo

O barato pode sair caro. Nem sempre por fazermos nós as coisas nos sai mais barato. Primeiro porque é preciso dedicarmos muito do nosso tempo e como se costuma dizer, tempo é dinheiro. E depois porque nem sempre somos capazes de fazer bem as coisas e por vezes é melhor investir algum dinheiro e termos as coisas bem feitas.

  • Os padrinhos têm o dever de pagar as alianças e os fatos dos noivos

Esta é uma tradição que começou a cair em desuso. Há umas décadas atrás funcionava assim, mas hoje em dia já não. Portanto, para os noivos e para quem for convidado para padrinho, não se sinta na obrigação de ter de pagar nada. Podem fazê-lo se assim quiserem e se o vosso orçamento permitir, mas nunca por acharem que assim tem de ser.