O casamento de Vilma Santos e Flávio Santos em Malveira, Mafra
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V&F
25 Mai, 2024A crónica do nosso casamento
O dia 25 de maio de 2025 vai ficar para sempre cravado na minha memória como o dia mais feliz da minha vida. Casei com a mulher da minha vida, a Vilma, numa cerimónia que foi tudo o que sempre sonhámos — rústica, íntima e um mar de emoções do princípio ao fim. A Vilma preparou-se na própria quinta, rodeada pelas damas de honra, pela madrinha e pela mãe. Eu não estive lá para ver, claro, mas pelos relatos que fui ouvindo depois, aquilo parecia um misto de desfile, festa e comédia romântica. Muito riso, alguma lágrima nervosa, e claro, o vestido — o tal vestido. Cetim bonito, costas abertas, alcinhas finas, um decote subtil… Quando a vi com ele, percebi logo que tinha acertado em tudo. Enquanto ela se preparava, eu fazia o meu próprio percurso. Fui até à Quinta dos Rouxinóis num Mercedes clássico W115, conduzido pelo meu padrinho de casamento. Um daqueles momentos em que se sente o peso da ocasião — entusiasmo, nervosismo e uma alegria que quase não cabia no peito. Optámos por uma cerimónia civil. A Filipa Tavares, a celebrante, fez um trabalho brilhante: escreveu um texto que retratava a nossa história com uma sensibilidade incrível e falou sobre o significado real do casamento, com palavras que tocaram todos os presentes. A Vilma entrou ao som de Canon in D… e pronto, desatei a chorar. Ali, naquele instante, senti o tempo parar. Era ela. Era mesmo ela, a mulher que escolhi e que me escolheu, naquele vestido, com aquele sorriso. Trocámos votos personalizados. Eu estava nervoso, claro, mas ela… ela conseguiu fazer toda a gente chorar com as palavras que disse. Foi um momento tão puro que, por segundos, o mundo lá fora deixou de existir. Depois ainda tivemos um momento hilariante: os nossos meninos das alianças chegaram num carrinho elétrico. A malta fartou-se de rir! E claro, a saída da cerimónia foi em grande estilo — sob uma chuva de pétalas e atravessando o famoso corredor de espadas, o Teto de Ferro, um dos maiores símbolos de honra e união! O espaço estava decorado com um estilo rústico impecável. Tudo encaixava na perfeição, desde os centros de mesa e todos os demais detalhes !Entrámos no espaço ao som de Feel This Moment do Pitbull e da Christina Aguilera, já com a energia lá em cima. A refeição estava divinal: creme de alho francês com cebolinho, bacalhau com broa sobre cama de espinafres, lombinhos de porco envolvidos em enchidos e massa folhada... E, para terminar, um brownie com gelado de nata e molho de frutos silvestres. Simplesmente brutal.O DJ Mith tratou de transformar a festa num festival. A pista esteve cheia do início ao fim. Dançámos a nossa primeira dança com duas músicas que dizem muito sobre nós: Because You Loved Me da Celine Dion e Prometo do Rui Orlando. E depois… ninguém nos segurou.Houve photobooth, bar aberto e lembranças!Tivemos de tirar as pessoas da pista à força para conseguirmos cortar o bolo. E foi precisamente aí que senti o momento mais emocionante do dia: o corte do bolo, rodeados de todos os que amamos, debaixo das estrelas, foguetes e iluminados por sparkles e velas. Se tivesse de resumir este dia em três palavras? Inesquecível. Familiar. Animado.Se me perguntarem se mudava alguma coisa? Nem pensar. Repetia tudo exatamente igual.E para quem vai casar: aproveitem o dia ao máximo, porque passa num instante. É um dia em que tudo vale a pena. Terminámos esta fase com uma lua de mel nas Maldivas. E posso dizer sem exagero: foi ainda melhor do que alguma vez imaginámos. Este foi o nosso dia. E se há coisa que sei, é que vamos lembrar cada detalhe com um sorriso no rosto… para sempre.
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