O casamento de Vítor e Catarina em Guimarães, Guimarães
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28 Jun, 2025A crónica do nosso casamento
Acordámos antes do sol, como se o próprio dia quisesse alongar-se só para nós. Eu, Catarina, vesti-me de noiva na casa da minha madrinha, envolta em risos, brindes tímidos e o burburinho doce das minhas damas-de-honor, o meu cavalheiro de honra e a minha madrinha, que me ajudaram a apertar o vestido e a quem eu ajudei a conter a emoção que insistia em transbordar pelos olhos. Estava muito tranquila, sem qualquer medo ou dúvida porque sabia que ia casar com o amor da minha vida. O Vítor, por sua vez, rodeou-se dos seus dois cavalheiros de honra, da sua dama-de-honor e do padrinho e juntos, entre abraços e ajustes de gravata, prepararam-se para o primeiro passo de um “para sempre”.
A Igreja de São Dâmaso, em Guimarães, abriu-nos as portas como um abraço antigo. Lá dentro, 120 corações batiam ao compasso de um só: o nosso. O altar, silencioso e imponente, testemunhou o primeiro olhar que trocámos ao som suave do órgão, quando entrei, de braço dado com o meu pai, senti uma paz ao olhar para os rostos familiares e para o homem que sempre amei. O Vítor, a não conseguir conter mais as lágrimas, lá me esperava – e, de repente, tudo à volta era apenas ele.
Continuar a ler »Depois do “sim” que ecoou pela nave como um segredo gritado ao céu, rumámos todos para a Quinta del Rei, em Vizela. Ali, o tempo perdeu a pressa. As mesas decoradas, os brindes a estalar em mil promessas, as gargalhadas misturadas com a música que nos embalou até a lua se deitar. Cada convidado, cada dança, cada fotografia – tudo foi costurando o tecido do que agora chamamos de “o nosso dia”.
As minhas damas de honor e os cavalheiros de honra foram o reflexo do que somos: rodeados de amizade verdadeira, lealdade e festa. Foram eles que puxaram a pista de dança, que ajeitaram flores fora do sítio, que nos lembraram de parar para respirar e olhar em volta – para guardar na memória cada detalhe que as fotografias não captam.
E assim, entre passos de dança, abraços demorados e promessas sussurradas, o 28 de junho de 2025 tornou-se eterno.
No fim da noite, já de madrugada, quando a Quinta del Rei se calou e a música se fez silêncio, ficámos só nós dois, a perceber que tudo o que importa estava exatamente ali. Na certeza de que começámos o capítulo do resto das nossas vidas juntos.
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