O casamento de Renato e Cristina em Queluz, Sintra
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17 Jul, 2021A crónica do nosso casamento
Este casamento foi muito atribulado!
Ficamos noivos em 2019, e vimos o nosso casamento ser adiado de 18 de Julho de 2020 para 17 de Julho de 2021.
Entre muitos azares o dia não podia ter sido mais perfeito!
Começo pelas insónias da véspera, não tinha sono nenhum. Deitei-me às 2h e tal da manhã. O padrinho do noivo e duas daminhas dormiram lá em casa e tivemos a conviver até às tantas, a beber e a fumar uma shisha. Acordei meio atordoada às 5h15, tomei banho, fiz a depilação porque às 6h tinha de estar no salão. Terminei a maquilhagem e cabelo às 8h como planeado. Cheguei a casa e as madrinhas e damas prepararam a mesa da receção para os convidados (eu pedi para esperarem por mim mas elas são umas fofas). Os fotógrafos chegaram à hora prevista 8h15, foram ver a casa, prepararam as coisas. Começaram pelo noivo, demoraram muito tempo! Subiram às 9h15 mais ou menos, vestimos o filho porque estava cheio de sono (acabou por adormecer no processo), depois passámos para a menina. Eu comecei a vestir-me às 10h15. Felizmente tenho fotos das damas na preparação de vestir. Não preciso dizer que já estava atrasadíssima, né? O noivo tinha de estar na igreja às 10h30, deve ter chegado às 10h45. Eu cheguei às 11h00 mas só entrei às 11h15.
Continuar a ler »A primeira contrapartida: igreja! Não tive música de entrada na igreja. A típica tan tan tataran (perceberam?), se calhar foi erro meu nunca ter perguntado sobre isso, mas como sempre que ia a um casamento essa música existia, pensava que já fazia parte do pacote vá! Mas como tenho umas madrinhas e damas fantásticas cantaram para mim e os convidados entraram no espírito e juntaram-se ao coro! Continuando com a igreja. Não, não cai na carpete, mas fiquei com o véu preso! E sim enganei-me na parte do “Sim”, troquei o meu nome pelo nome do noivo hahaha! Mas há mais, tenho vos a dizer que tive o noivo a dar-me puxões no véu para matar uma aranha (tenho pânico e era bem capaz de começar a gritar) e deu-me um mega ataque de riso porque na hora do batizado dos babys, o mais novo estava ao colo e conseguiu arrancar os botões do casaco do noivo que saltaram para o chão. Mistura de nervos e gozona como sou, não consegui controlar, foi uns belos minutos de riso que não conseguia controlar.
Fomos para a quinta de mota. Sim, de mota. Tive o tempo todo a enganar o noivo a dizer que íamos de carro com o meu pai. Ele delirou com a surpresa! Chegámos às 13h30, mais um atraso. Demorou imenso tempo para que os convidados percebessem onde era a quinta (do estacionamento para a quinta) e a confirmação dos testes também ocupou imenso tempo. Acho que já entramos perto das 14h. Entramos com as motas na quinta, estava muito gira. Linda mesmo! O staff pediu para irmos ver o salão se estava do nosso agrado e serviram-nos uma entrada e espumante delicioso! Parece que não mas este momento a sós, faz muita diferença.
Depois fomos tirar fotos com os convidados. Demorou muito, mas quando digo muito, foi mesmo muito. Os fotógrafos não conseguiam chamar as pessoas e a organização da quinta também não conseguiu ajudar, o que ficou um pouco descoordenado. As pessoas também preferiam conviver, não tinham pressa para as fotos (a sorte é que nós estávamos sentadinhos à sombra). Depois fizemos umas filmagens engraçadas e fomos tirar as primeiras fotos de casados. Tenho vos a dizer que o noivo odeia tirar fotos e já estava a penar. Mas valeu cada momento!
Era para termos começado a almoçar às 14h30. Já passava das 15h45, estava esganada meu deus! A entrada do salão foi top! Tínhamos um cantor ao vivo que é top! A comida estava muito boa! Super deliciosa quentinha! A entrega das lembranças também foi complicada. As pessoas estavam sempre de um lado para o outro. Quanto à abertura de baile, eu não queria fazer (porque nunca treinámos) mas lá me convenceram. Só escolhi a música inicial, o resto nem sabia o que vinha, foi basicamente na lei do improviso! Depois dançamos todos na pista. O noivo conseguiu rasgar as calças, eu consegui partir o salto do sapato. Tive direito a uma dança privada dos amigos do noivo, ao típico “apita ao comboio” e ainda cantei a música das Doce "amanhã de manhã" mas versão Jaimão. Foi lindo! Houve lançamento de bouquet e de solteiro, um pedido de casamento, isto já era quase 21h nem sei.
O buffet não estava a correu muito bem, havia muita fila, mas depois lá andou para a frente e as pessoas adoraram a comida! Depois foi logo o corte bolo. Fizemos um corredor com sparkles. Houve ali um problema com o som. Houve umas paragens. Mas foi coisa rápida! A decoração da mesa do bolo não estava como escolhi e o bolo também não estava como o design que pedi e estava demasiado doce e não chegou para todos. Acho que ir a um casamento em que não há bolo que chegue para todos é um pouco desagradável. Vá la que havia bolo de batizado! E esse sim estava top, nada a apontar! Após o bolo as pessoas foram logo embora. Só ficaram 5 pessoas e deu para continuar na galhofa.
Quando me diziam que o dia que passa a correr, nunca acreditei. Tinha mil jogos que queria fazer, da cadeira/tarefa, do sapato, da liga. Tenho pena de não ter conseguido fazer, mas o tempo passa mesmo a voar. Foi lindo! Foi maravilhoso! Foi inesquecível! Amei! Vivia tudo de novo! Só acordava mais cedo para ter tempo para muito mais.
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