O casamento de Marco e Alexandra em Coina, Barreiro
No campo Outono Verde 4 profissionais
M&A
11 Out, 2025A crónica do nosso casamento
O meu dia começou na casa dos meus pais, onde me preparei rodeada pelas minhas damas de honor, pelo padrinho e madrinha, e ainda pelos meus tios e primos. O ambiente foi sempre leve e familiar, cheio de conversas entre todos — e eu, claro, sempre no meio, a tentar controlar os nervos. Um dos momentos mais marcantes da manhã aconteceu quando me ofereceram um livro cheio de cartas escritas por todos aqueles que tiveram um papel especial no nosso casamento: os meus pais, as damas, os padrinhos e os amigos mais próximos. Foi impossível não me emocionar ao ler palavras tão sinceras e cheias de carinho.
Quando chegou a hora de vestir o vestido, a minha mãe e a minha irmã — também madrinha — foram quem me ajudou. Eu estava muito nervosa, mas não pelo casamento em si; era o relógio que me deixava ansiosa. Tinha medo de não estar pronta a tempo e mal consegui parar um minuto para respirar. O meu vestido tinha brilhantes e folhas também elas brilhantes, e cada detalhe parecia ganhar vida à medida que o colocava.
Continuar a ler »Segui depois no carro dos meus pais, com o meu pai a conduzir. Durante o caminho até ao local da cerimónia, senti novamente o peso do tempo a apertar. Tive mesmo de fazer vários exercícios de respiração para tentar acalmar o nervosismo. Queria que tudo corresse exatamente como tinha planeado.
Quando chegámos, encontrei um cenário de verdadeira magia outonal: árvores, arbustos, fardos de palha — um ambiente campestre e acolhedor. Eu estava tão focada no noivo que nem reparei nas reações dos convidados, mas mais tarde contaram-me que ficaram emocionados ao ver-me chegar. Fui até ao altar com o meu pai, acompanhada pela menina das alianças, a prima do meu noivo, uma pequenina de dois anos que tornou aquele momento ainda mais especial.
À saída do altar, em vez do tradicional arroz, fomos recebidos com bolhas de sabão, o que tornou tudo mais leve, alegre e fotogénico. Logo ali serviram champanhe e pequenos petiscos, que ajudaram a dar início à celebração. Antes de nos dirigirmos ao salão, ainda parámos para tirar uma fotografia de grupo com todos os convidados.
Foi então que a equipa da quinta nos “raptou” por uns minutos para irmos ao salão comer um gratinado de pão e queijo — o nosso prato favorito da degustação meses antes — e que nos prepararam especialmente. Depois voltámos ao exterior para tirar fotografias com todos os que quiseram, a pares, em grupos, com família e amigos, sempre com o sol a iluminar tudo de forma perfeita.
Não tivemos tradições familiares específicas, mas houve um pequeno imprevisto que acabou por se tornar numa memória muito divertida. Já prontos para a nossa entrada no salão, ficámos à porta à espera do staff, que estava atrasado por razões que nunca chegámos a saber. Como o tempo passava, pedimos que fossem buscar duas cadeiras lá de dentro para nos sentarmos ali mesmo, à porta. Acabou por resultar numa fotografia espontânea e divertida, que hoje recordo com muito carinho.
O resto do dia foi igualmente mágico, com música, dança e muitos risos. Todos estes momentos — os emocionantes, os felizes, os inesperados — fizeram parte do nosso dia e tornaram-no absolutamente único.
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