O casamento de Joaquim e Margiluci em Paços de Ferreira, Paços de Ferreira
Elegantes Verão Prateado
J&M
12 Set, 2015A crónica do nosso casamento
A aventura do casamento começou uma semana antes por causa do sapato da noiva.
Foi uma busca incansável, tinha machucado o pé na semana do casamento, nenhum sapato servia e todos os sapateiro estavam de férias naquele mês. As lojas sumiram todos os sapatos baixos e brancos, só tinham sapatos com salto e muito alto. E aí, como resolver? Pois um dia antes do casamento, numa busca quase sem muito sucesso, voltando para casa resolvi parar numa loja de enfeites para cabelos de noivas e a estrela brilhou. Lá estava uma sabrina dourada para meus pés.
Ainda faltava mais três dias para o casamento, o padre disse que estava tudo resolvido, o coro da igreja para a cerimónia e, à ultima da hora disse que o coro iria para outro casamento no mesmo dia do nosso. Aí foi outra busca, fomos a amigos e conhecidos à procura de cantores sem sucesso. No fim da tarde deste dia, fomos à net em busca de sites que faziam este tipo de arranjo para cerimónias, entre muitos e-mails, dois responderam-nos no dia seguinte e marcámos com um deles e acertámos tudo.
Continuar a ler »O dia do meu casamento começou bem tumultuado. O salão só podia me atender às 6:00 horas da manhã, o casamento era às 11:00 horas. O dia começou assim. E logo foi a espera do meu vestido de noiva porque neste dia a costureira que me trazia o vestido perdeu o horário. Estava já quase na hora e nada do vestido. De repente chega o fotógrafo e, logo atrás, a senhora com o vestido. Aí foi mesmo tudo a correr.
Na igreja, quase chegando, o meu cunhado pára o carro e esconde-se próximo a uma árvore porque o noivo ainda estava a tirar fotos com os familiares e convidados, todos à fora da igreja. O pior mesmo foi quando entrei na igreja e vi o meu noivo de costas, não acreditei naquilo, ele não contemplou a beleza de meu vestido e eu não pude ver a sua felicidade naquele momento. Quase tive um enfarte, dei uma parada logo na entrada. Aí vieram me falar que na Europa quem vê a noiva primeiro é o padre. Que loucura isto. Eu não iria casar com o padre, era com o meu Joaquim no altar.
No Brasil o noivo tem que ver a noiva entrar, é um momento único e sublime, é a visão que o noivo vai guardar para o resto de sua vida e isso não aconteceu. Mas o que me deixou feliz mesmo foi quando olhei para os olhos do meu noivo e vi a sua felicidade em casar comigo. Neste dia foi oferecido um almoço aos familiares e convidados e aí começou outro tumulto. Faltou um dos nomes dos convidados e para qual a mesa onde teria de se sentar. Tivemos que pedir para colocarem uma outra cadeira junto aos outros e pagar a diferença com o restaurante.
O dia ainda não estava para acabar. Às 18:00 horas começamos uma busca para a noite de núpcias. Sim, uma busca de hotel por várias freguesias e cidades, todos os hotéis estavam ocupados, parecia que neste dia toda a gente se casou. Rodámos com o carro mais de 250km para encontrar um hotel, enfim voltámos ao mesmo hotel que tínhamos feito a festa do casamento, só tinha uma vaga.
Foi este o dia de meu casamento. Aqui vai o recado, comecem tudo bem antecipado. Todo este desespero que aconteceu foi por conta que resolvemos mudar de freguesia para casar e atrasou a aceitação da documentação pela igreja, que demorou a entrar em contacto com a outra igreja escolhida, por eu ser estrangeira, não dando opção de tempo para fazer tudo com calma.
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